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Roger vê jogo com “domínio alternado”, elogia Valdívia e comemora empate

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Treinador do Atlético-MG aprova a entrega dos jogadores em campo e analisa o primeiro jogo do meia: “Tem bastante a evoluir, mas foi uma amostra interessante”

Roger
Roger chama a atenção dos jogadores do Atlético-MG durante duelo com o Palmeiras (Foto: Reprodução / TV Globo Minas)
O Atlético-MG foi para São Paulo, encarar o Palmeiras, em busca da primeira vitória no Brasileirão. O time de Roger Machado vem de tropeços em casa, contra Fluminense e Ponte Preta, e precisava dos três pontos para se recuperar. O triunfo não veio, mas o empate por 0 a 0 (veja os melhores momentos no vídeo abaixo), em um jogo muito disputado, precisa ser comemorado. Pelo menos é assim que analisa o treinador atleticano, que elogiou o empenho dos atletas em campo e viu o jogo com cada equipe melhor em um tempo.

Melhores momentos de Palmeiras 0 x 0 Atlético-MG pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro

– Foi uma partida muito bem disputada, com um domínio alternado das partes do jogo. No primeiro tempo, o domínio maior foi do Palmeiras, algumas oportunidades criadas. No segundo tempo, encontramos o nosso jogo. Fomos até o fim com a proposta de seguir buscando a vitória. Talvez tenhamos tido as oportunidades que eram necessárias para a vitória, mas, de todo modo, empatar fora (de casa) contra o Palmeiras é sempre bom resultado. Se torna mau resultado pelos pontos que deixamos em casa. Fiquei satisfeito com o nível que a gente apresentou. Competindo o jogo todo. Vi um grande jogo, bem jogado, disputado. Fiquei satisfeito com o que vi da minha equipe em campo.
A partida marcou também o primeiro jogo do meia Valdívia pelo Atlético-MG. Entrou aos nove minutos do segundo tempo, substituindo Robinho. Buscou o jogo, tentou algumas jogadas individuais e tabelas, mas ainda não participou mais diretamente no processo criativo ou no ataque. Roger Machado analisou que Valdívia ainda tem muito a crescer, mas gostou do que viu.
– Entrou bem. Está se encontrando, começando a se comunicar com os colegas de setor. Tem bastante a evoluir, mas foi uma amostra interessante no segundo tempo.
Confira outras respostas do treinador Roger Machado
Substituições de Fred e Robinho
– O que eu senti é que a gente precisava de bateria nova. O Robinho veio de um processo viral, estava sentindo o jogo fisicamente. O Fred se desgastou muito no último jogo (contra o Paraná) pela doação em campo. Percebi que a gente não estava fazendo a bola parar na frente, para progredir no campo de jogo. Era necessário que a gente voltasse a ter a intensidade do primeiro tempo para impedir os avanços do Palmeiras. A gente voltou para o jogo, voltamos a jogar no campo do adversário e criamos chances importantes, que poderiam definir a partida.
Arbitragem
– Eu já não costumo falar sobre isso. O lance da penalidade, não vi ainda o replay pela nossa câmera, que a gente usa para gravar o jogo. O lance do nosso gol anulado me sopraram que teve um contato do Rafael Moura do Prass, pelo alto. Não foi um jogo tranquilo, porque envolve duas grandes equipes, mas foi um jogo bem controlado tecnicamente (pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique). Talvez do ponto de vista disciplinar, algumas faltas mais fortes que poderiam ser contornadas de forma diferente, mas nada a falar sobre a arbitragem.

Roger
Palmeiras e Atlético-MG ficaram no empate por 0 a 0, em São Paulo (Foto: Miguel Schincariol / Estadão Conteúdo)

Início oscilante no Brasileirão
– A questão não foram os empates diante de Flamengo e Palmeiras fora de casa. A questão foi a derrota para o Fluminense e o empate com a Ponte. Esses pontos que nós deixamos em casa estão nos causando um início de competição oscilante. A partir de agora, a equipe que deseja ser campeã não pode perder mais pontos preciosos, principalmente dentro de casa. Como mandante, a gente tem que ter mais de 90% de aproveitamento. Os pontos fora vão confirmar as boas vitórias dentro dos nossos domínios.
Situação de Elias (viajou com a delegação, mas foi cortado)
– A gente deixa no limite da recuperação para decidir com mais critério, justamente para não correr o risco de tirar um jogador do jogo que poderia nos ajudar. A gente vem, traz todo mundo que está à disposição e vai acompanhando a recuperação. O Elias não esteve em campo em nenhum momento depois da vitória contra o Paraná. Mostrou evolução, mas não uma evolução total.

Artigo Original : G1
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